Opinião

Depois do Governo de José Sócrates, com os seus empréstimos problemáticos e os calotes de milhares de milhões de euros, que quase levaram o banco público à falência, é duvidoso que se encontre um outro executivo que tenha feito tanto mal à Caixa, como o “governo da união das esquerdas”.

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De um ministro espera-se rigor, seriedade, transparência. De um Governo espera-se que em circunstância alguma fique refém de interesses pessoais. De um Presidente da República espera-se a devida equidistância.

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O nosso primeiro ministro é um “otimista irritante”. O “lixo” da Fitch, uma economia a crescer menos que em 2015 ou uma dívida pública que em 2016 aumentou 9,5 mil milhões de euros, são tudo boas notícias, porque, bem vistas as coisas, aqueles resultados podiam ser piores.

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Genericamente, a estratégia apresentada é ambiciosa e responde aos desafios do tecido empresarial. Contudo, é necessário adaptar as medidas agora anunciadas aos diferentes tipos de empresas, pois, caso contrário, corre-se o risco de estas iniciativas beneficiarem sempre os mesmos.

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